Comunicação com os mortos - Transcomunicação instrumental ou TCI | Folha Espirita online

Comunicação com os mortos - Transcomunicação instrumental ou TCI

João Batista Maida
para o programa Portal de Luz


Em O Livro dos Espíritos, na questão 934, os espíritos instrutores esclarecem que podemos minorar a perda de nossos entes queridos comunicando-nos com nossos amigos e parentes já falecidos ou desencarnados pelos meios então disponíveis, enquanto não dispuséssemos de outros meios mais diretos e mais acessíveis aos nossos sentidos.

Na época dessa informação, não existia ainda a luz elétrica, como imaginar então que um dia teríamos o rádio, o telefone, a televisão, o computador e outros equipamentos para nos comunicarmos aqui na matéria, quanto mais com os irmãos no mundo espiritual.

Hoje, a evolução tecnológica nos propicia meios mais diretos e mais acessíveis aos nossos sentidos para ver e ouvir nossos queridos que partiram.

Através da Transcomunicação Instrumental (TCI), cujas raízes estão fincadas no Brasil pelo padre gaúcho Landell de Moura, há notícias que atestam ter sido o primeiro a falar com os mortos utilizando um equipamento.

Depois dele, em 1915, ainda no Brasil, Oscar Dargonell teria conseguido a proeza de realizar os primeiros telefonemas. Em seguida, vieram Próspero Lapagesse, Cornélio Pires e outros, que não progrediram nesse campo por total falta de apoio.

Na década de 1950, a transcomunicação emplacou na Europa e hoje, no Brasil, há várias pessoas dedicadas a esse mister. Dentre elas, a mais conhecida é a prezada Sônia Rinaldi.

Chegará o dia em que nos comunicaremos com os nossos entes queridos, através de um simples telefonema, como ocorre hoje entre nós?

Certamente! Desde que haja evolução suficiente para os ouvirmos, controlando as saudades e mantendo o equilíbrio do pensamento, de forma a não interferir na estabilidade e harmonia do nosso parente na espiritualidade e nem na nossa.

Hoje, a TCI prova que os mortos estão muito vivos, e conservando suas personalidades, tal qual os conhecemos quando estavam entre nós.

Como se pode perceber, a morte não existe, não é um adeus, mas somente um até breve!