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Relacionamento familiar

“Desde que tivemos muitas existências, o parentesco remonta às anteriores? Não poderia ser de outra maneira. A sucessão das existências corpóreas estabelece entre os Espíritos liames que remontam às existências anteriores; disso decorrem frequentemente as causas de simpatia entre vós e alguns Espíritos que vos parecem estranhos” (Allan Kardec, O livro dos Espíritos, questão n. 204).

Fomos criados por Deus, simples e ignorantes, disso não temos qualquer dúvida, e, com as sucessivas reencarnações, na Terra e possivelmente em outros planetas, paulatinamente vamos progredindo, rumando à perfeição a que todos estamos destinados.

Assim, ao longo da nossa jornada, dentro dos milênios, sempre acresce o número de Espíritos com quem mantemos relação. André Luiz, por intermédio do médium Chico Xavier, no livro Libertação, capítulo I, nos informa que fazemos uso da razão há 40 mil anos. Isso explica as simpatias e as antipatias, tanto no contexto familiar como no âmbito social, pois as criaturas se atraem ou se repelem dependendo do tipo de convivência que mantiveram nesta presente existência ou mesmo em tempo remotos, quando viveram outras etapas de realizações no campo das experiências.

Por essa razão, a família deve merecer de qualquer um o máximo de atenção possível, visto que nela se reúnem aqueles que têm necessidade de aproximação para o fortalecimento dos laços afetivos ou para a devida correção de faltas do passado.

A sabedoria das leis divinas procura, com seus justos mecanismos, favorecer o amplo entendimento entre os seres humanos. Assim, dois inimigos de outras épocas, que tiveram sérios problemas de relacionamento e que se comprometeram pelos caminhos da vida, via de regra, se encontram no mesmo agrupamento familiar, surgindo, então, os casos de antipatias recíprocas, de aversões que, a princípio, ficam sem explicações lógicas, mas que na verdade nada mais são do que desencontros afetivos do pretérito de dois Espíritos que carecem de um melhor entendimento.

Com muita frequência, nos deparamos com casos de inimizades entre irmãos consanguíneos, desentendimentos entre pais e filhos sem causa aparente, desavenças entre cônjuges sem motivos fortes ou quaisquer outros tipos de querelas no âmago da família.

Em qualquer circunstância, deve o homem pautar sua vida num clima de harmonia. Dentro do contexto familiar, essa preocupação deve ser ainda maior, pois ali, no aconchego do ninho doméstico, a infinita bondade de Deus reúne afetos e desafetos, para que tenham a oportunidade de apararem suas arestas, fortalecendo os elos de simpatia e amor, tão indispensáveis a uma vida de paz.

Assim, perante os familiares que nos são antipáticos ou que nos causam aversões, façamos o máximo esforço para conquistá-los agora, enquanto estamos no caminho com eles, evitando o prolongamento dos dias de dissabores e decepções. Nessas ocasiões, o exercício do perdão, da fraternidade, da renúncia e da resignação tem fundamental importância.

Dessa forma, estando de posse das valiosas informações evangélicas e conhecendo as profundas lições do Cristo, tomemos a iniciativa de quebrar as algemas da intriga, do revide, da animalidade e das pugnas e saiamos na direção daqueles que estão ligados a nós pelos elos da consanguinidade, pois nossa presença no mesmo lar não é fruto do acaso, mas, sim, resultado das ações do sábio e justo código divino.

Não importa se estamos na condição de pai, mãe, irmão ou de um filho, e sim que movimentamos todos os recursos disponíveis para que nosso comportamento esteja sempre orvalhado de fraternidade e amor, na direção dos nossos familiares. Compreendamos que nossas conquistas de agora abrirão as possibilidades de uma vida serena, uma vez que ninguém poderá ser feliz carregando no coração qualquer lampejo de ódio, revolta ou amargura.

Em realidade, se não estivermos bem no seio da família, dificilmente conseguiremos viver em paz no contexto social.

Reflitamos.

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